Mãe de 2 prematuros: o relato de Teresa Ruas

Como iniciamos um novo espaço e com a participação de famílias e profissionais que lidam com o contexto da prematuridade, gostaria de contar novamente um pouquinho dos meus caminhos trilhados e vividos com essa realidade e de como abracei a causa e a preocupação em garantirmos um espaço de acolhimento e conhecimento científico para a gestante de alto risco, prematuridade, desenvolvimento infantil  e famílias.  

Sou Teresa Ruas, 38 anos, mãe de 2 prematuros, terapeuta ocupacional infantil, mestre em educação especial e doutora em ciências da saúde, com enfoque na saúde coletiva infantil. Em minhas pesquisas e ações profissionais, sempre me aventurei pelo mundo das gestações de risco, desenvolvimento infantil, prematuridade e das crianças de alto risco biológico e/ ou social.

Esse desejo, talvez, sempre esteve muito presente em mim, pois nasci de 28 semanas gestacionais na década de 80, em uma cidade pequena e sem recursos tecnológicos para garantir a sobrevida de prematuros.

Como consegui sobreviver e sem sequelas neurológicas, sempre tive esse desejo muito latente e uma paixão pelos prematuros e gestações de alto risco.

Porém, nunca poderia imaginar que a minha experiência com a prematuridade extrema e com a gestação de alto risco fosse fazer parte da minha constituição e construção como mulher e como mãe. Nunca imaginei que a prematuridade extrema e todos os seus possíveis desfechos pudessem marcar para sempre a minha própria existência. Nunca imaginei que pudesse ter a incontinência ístmico cervical e me tornar mãe de dois prematuros: Maitê Maria com 23 semanas e 1 dia e Lucca com 32 semanas.

Na gestação de Maitê Maria, com quase 17 semanas gestacionais fui internada diante de um trabalho de parto prematuro. Uma bactéria no útero estava provocando todo esse contexto. Bactéria essa que, a principio, o meu ginecologista conseguiu controlar com os antibióticos permitidos para uma gestante, mas que por volta das 22 semanas gestacionais tornou-se ativa novamente, dando sinais de um quadro de infecção em outros órgãos, colocando em risco a minha vida e de minha bebê. Portanto, para tentar garantir, a princípio, a minha vida tive que me submeter a uma cesariana de emergência e de altíssimo risco. Mãe e filha corriam risco de vida e contavam com a fé e com os conhecimentos técnicos de uma equipe especializada em gestações de alto risco.

Maitê Maria nasceu com 23 semanas e 1 dia e pesando 750 kg. Foi até bem gordinha para a sua idade gestacional. Chegou a pesar 620 kg, após o nascimento. O apgar no primeiro minuto foi 0, no quinto 0 e no décimo, apenas 1. Ou seja, minha filha nasceu morta e somente no décimo minuto o seu coração começou a bater.

E eu diante de tudo isso… uma cientista que sempre estudou bebês de alto risco e que estava vivenciando, na experiência real e concreta, a triste e difícil carga emocional frente à prematuridade extrema, ou seja, vivenciando o limite entre a vida e a morte de sua primeira filha.

Uma mulher e mãe que já estava muito fragilizada diante de um mês hospitalizada e somente na cama, sem poder levantar nem para ir ao banheiro, sem poder fazer forças para evacuar, com uma dieta para engordar ao máximo a sua bebê- internei com Maitê Maria pesando 370 gramas- e, extremamente, medicada para que conseguisse ficar deitada o tempo todo e sempre de barriga para cima e com as pernas levantadas.

Apesar de um longo tratamento para endometriose e já tendo a experiência de dificuldades para gerar, sonhei com uma gestação normal, completa e que pudesse culminar em um parto normal. Sonhei em sentir o bebê se movimentar dentro de mim, amamentar, sentir a minha bebê em meus braços, escutar o seu choro e sentir o seu cheiro.

Ao invés dessas experiências, sentia que minha bebê tinha sido arrancada de dentro de mim. Sentia um vazio de forma dupla. O meu útero estava vazio muito antes do tempo previsto e os meus braços também estavam vazios. Os meus seios não seriam tocados e abocanhados pela boca de minha bebê. Quanta impotência e dor sentidas em meu corpo e minha alma. Nesse momento, não temos tempo e nem espaço para vivenciar a nossa dor. Pais de UTI Neonatal, especialmente as mães, são convocados a serem fortes, engolir o choro e a lutarem, lado a lado de seus filhos, por suas vidas. Uma luta árdua e diária pela sobrevivência biológica de um filho e emocional de uma mãe de primeira viagem.

Enquanto o meu corpo estava recoberto pela dor, minha bebê estava recoberta por fios e mais fios, entubada e monitorada 24 horas por dia. Uma bebê que teve que enfrentar uma cirurgia cardíaca para continuar a viver, com apenas 800 kg e a lutar cada dia para se manter viva. Uma bebê que permaneceu 6 meses em uma UTI Neonatal e após a sua alta, seguiu com o homecare, pois ainda era dependente de oxigênio e de outros procedimentos terapêuticos.

Diante dessa bebê extremamente frágil e, ao mesmo tempo, extremamente forte e guerreira, também estavam ali uma mãe e um pai, completamente frágeis diante do enfrentamento de todos os traumas de um parto e de um nascimento extremamente prematuro.

Como elaborar e re-significar tudo isso? Eu escolhi a própria maternidade para começar a compreender algumas dores e feridas. A cada conquista de Maitê Maria, tentava me empoderar e tentava dar apoio a outras gestantes internadas e a outras mães que também viviam a prematuridade extrema e os seus difíceis desfechos, tais como a morte de seus filhos. 

Juntamente com essa minha predisposição em acolher outros pais e a compartilhar experiências similares, surgiu o meu blog minha teoria na vida, que atualmente se transformou no prematuros.com.br, com o objetivo de unir mais profissionais e familiares que lidam com a prematuridade.  

Assim, ao longo desses 6 anos de Maitê Maria, os meus caminhos começaram a ser trilhados não apenas por uma cientista que sempre investigou e acompanhou o desenvolvimento de crianças de alto risco, mas como uma mulher e uma mãe que ainda vivencia as consequências de uma gestação de alto risco e da prematuridade extrema.

Consequências essas que não atingem somente o bebê, mas a trajetória pessoal, afetiva e profissional do próprio casal, especialmente, da mãe.

As dores vivenciadas com o nascimento de Maitê Maria foram tão significativas, que ao saber da minha segunda gestação eu fui completamente tomada pelo medo.

Diferentemente da primeira, a minha segunda gestação não foi planejada. Por mais que eu carregasse um desejo latente em meu corpo em querer engravidar novamente, o medo sempre ocupava mais espaço em meu coração. Porém, como dizem os psicanalistas, onde existe um potente desejo, existe também uma potente possibilidade de ação e de acontecimento.

A cada encontro não casual com uma grávida na rua, em um restaurante, pelo shopping… eu, literalmente, as secava com os meus olhos e coração sedentos por uma barriga redonda, grande, por um útero forte, potente e capaz de manter e sentir um bebê com mais de 1000kg mexer e chutar o meu ventre. Sentia não somente admiração por essa beleza, mas também muita raiva e muita inveja. Passei muito tempo fugindo de todas as grávidas. Não conseguia ver a imagem de uma mulher gerando vida em seu ventre. Eu fechava os olhos para que a dor não fosse maior em minha alma. Afinal de contas, eu nunca seria uma mulher, dita popularmente como ¨boa parideira¨.

Por mais que eu tivesse essa informação sobre a minha dificuldade em gerar e de manter um bebê dentro de mim, também tinha vivido uma experiência de extrema esperança, fé e ótimos resultados com Maitê Maria. Com minha filha aprendi que ciências biológicas, realmente não são exatas. Nenhum cientista e médico possui bola de cristal para prever o que vai acontecer com cada gestante. E que espiritualidade e afeto podem mudar muitas coisas.

Portanto, como negar o poder latente de um desejo em engravidar novamente? Não consegui e nem queria conseguir. Engravidei.

Resultado? Como disse anteriormente: alegria, medo, pânico e esperança. Um misto de sentimentos. Uma confusão de emoções.

Com 8 semanas gestacionais entrei em trabalho de parto. A história estava se repetindo. Agora, não mais por uma infecção bacteriana no útero, mas pela condição desse mesmo órgão. Diante de todos os procedimentos emergenciais e invasivos na cesárea de Maitê Maria, meu útero não ficou com a mesma ´vitalidade´. O meu colo já se mostrava bem fino.

Todos ao meu redor acreditavam que perderia o meu bebê e isso era um sinal para eu compreender que eu não tinha as condições fisiológicas esperadas para ser uma gestante normal.

E eis que um médico que aprendeu, de fato, que ciências biológicas não são exatas, assume a minha segunda gestação, consciente de meus problemas, mas extremamente otimista para travar uma luta em prol da vida.

Foram inúmeras conversas com o meu obstetra. Ele era um médico que já conhecia a minha história clínica, pessoal e profissional. Havíamos lutado juntos e bravamente por Maite Maria.

Diante de muitos choros e sentimento de culpa por ter engravidado, decidi seguir adiante a minha tão sonhada gestação. Iniciava um capitulo bem difícil na minha vida, mas também fundamental para a minha saúde psíquica.

Ao optar pela interrupção de contrações e tentar manter ao máximo meu segundo filho em meu útero, estava escolhendo ficar longe de meu marido e me ausentar dos cuidados diários com Maitê Maria.

Nessa época, morávamos no México. E diante de todo o quadro, não era viável o meu retorno ao país. Alguns amigos e até mesmo o meu marido me diziam ser uma escolha valente, porém egoísta. Eu não concordei com esse ponto de vista, durante meses e meses, mas atualmente eu concordo. Pode até ter sido uma escolha egoísta, mas que também refletia o meu desejo imensurável em ser mãe novamente. Afinal de contas, eu poderia vivenciar uma experiência diferente, apesar de toda a minha condição. 

Os desejos e sentimentos alheios não podem ser julgados, antes de tudo respeitados, acolhidos e ressignificados para lidarmos com as reais consequências de nossas escolhas.

Foram meses e meses acamada, em repouso absoluto, somente sendo liberada para ir ao banheiro. Medicamentos, hormônios, antibióticos… injetados, por via oral e vaginal.

Maitê Maria chorando, gritando, berrando por atenção. Marido longe e sofrendo muito. Uma mulher acamada, contando os minutos e os dias para conseguir, pelo menos, alcançar as 30 semanas e um bebê de 1000 kg.

Lembro- me até hoje das minhas lágrimas e as da minha mãe ao festejarmos o tão esperado 1 quilo do Lucca. Talvez, somente as mulheres que sofrem de incontinência ístmico cervical- iic- e que já vivenciaram perdas gestacionais e/ ou a prematuridade extrema podem compreender a imensurável felicidade de ver um filho, intraútero, alcançar 1 quilo.

E por falar em mãe, sem a minha eu não teria vencido a iic sem cerclagem (medida tomada pelo meu obstetra, diante do meu histórico clínico de infecção bacteriana no útero). Tornar-se uma gestante acamada em repouso absoluto, significa necessitar de uma rede de suporte afetiva potente e ativa a todo momento. Felizmente, eu tive a honra de ter a minha mãe ao meu lado em todos os momentos dessa gestação. Inclusive foi ela quem espantou os meus medos e angústias em não conseguir chegar às 24 semanas gestacionais.

A minha primeira meta com o Lucca era passar das 23 semanas gestacionais. A segunda, atingir 1 quilo. A terceira, chegar até as 26 semanas. A última, chegar as 30 ou mais.

Eu consegui bater a meta final. Alcancei as 32 semanas gestacionais, vencendo a iic, sem cerclagem. Com 28 semanas, fui internada e permaneci no hospital até o dia 05 de junho de 2016 quando o Lucca resolveu vir ao mundo.

Sim, consegui ter um barrigão gigante. Engordei 50 quilos em cima de uma cama, sem poder fazer nada. Senti o Lucca mexer. Meu útero foi potente. Aguentou firme, apesar de um colo extremamente fino. Foram tantas vitórias e conquistas em um cenário tão tenso que, quando o Lucca nasceu já comecei a dar sinais que iria necessitar de ajuda especializada para enfrentar o puerpério e novamente mais uma estadia em uma UTI Neonatal.

Foram 30 dias em uma UTI Neonatal. Perto de Maitê Maria, Lucca seria moleza. Afinal de contas, eu pensava comigo mesma: para quem havia passado seis meses, o que seria um mês?

Lucca chorou ao nascer, não foi entubado, foi para o meu colo, senti o calor de seu corpo no meu, pesou 2100 kg… estava tudo perfeito.

Engano, engano e mais engano meu. Aprendi que um dia sem o seu filho em seus braços pode ter a mesma dor que 180 dias. Aprendi o quanto uma recém mãe, pode ser de segunda, terceira, quarta viagens necessita de suporte afetivo e de ajuda. Eu estava sozinha. Como o parto também foi de emergência e pela madrugada, vivenciei tudo sozinha. Eu estava com uma equipe médica que me conhecia profundamente e que tínhamos muito afeto um pelo outro. Todos estavam ali me acompanhando, me dando forças, segurando a minha mão, mas não havia comigo um familiar.

O mais inesperado sucedeu: estava com 8 cm de dilatação, sem ter tido contrações e o parto normal aconteceu. Parto normal em uma mulher de alto risco e com um útero extremamente frágil e complicado. Como? Nem o meu obstetra entendeu! Talvez fosse o meu útero me dizendo o quanto ele era potente e capaz de gerar, manter e parir. Portanto, estava vivenciando a plenitude e a concretude do meu desejo.

E o puerpério começou… uma mãe sozinha e enfrentando a dura rotina entre UTI Neonatal, casa e dois filhos. Optamos pelo meu marido continuar com o trabalho no México e eu seguir no Brasil. Afinal, me sentia forte e plena. O que poderia me abalar?

E eis que a depressão pós parto veio para me tombar completamente. Após a alta do Lucca, pifei. Quando o meu filho entrou em casa, sentei no sofá, respirei, chorei muito e senti que a exaustão emocional e física havia tomado conta de mim.

Naquele momento eu precisava de cuidados, eu precisava de atenção, não tinha energia suficiente para cuidar de um prematuro e uma filha de 3 anos. Estava exausta. Acordar de 3 em 3 horas pela madrugada e ficar mais de uma hora tentando e tentando fazer com que um prematuro conseguisse sugar o meu seio, esgotou- me. Lucca precisava ganhar peso, era um prematuro, precisava do meu leite…,mas como todo prematuro, ele também possuía uma hipotonia nos lábios e língua que dificultava e muito a amamentação. Precisávamos te tempo, de tranquilidade e não tive isso. Maite Maria chorava, berrava por atenção. Episódios e mais episódios normais de birra, ciúmes e sentimento de falta do pai e da mãe. Eu compreendia o seu sofrimento e sofria com ela. E no meu colo, um prematuro precisando ganhar peso, sem a experiência e o tempo que ele necessitava para aprender a mamar em meu peito.

Todo o medo sentido durante a gestação, todos os enfrentamentos necessários diante da minha escolha em gerar o Lucca com uma iic, sem cerclagem, toda a vivência de UTINeonatal, todas as dificuldades com 2 filhos pequenos foram suficientes para superar a minha realização de ser mãe pela segunda vez.

Quando estava com Maitê Maria na UTI Neonatal, vendo-a lutar bravamente pela vida, cheguei a julgar mães com depressão pós parto. Não compreendia como era possível uma mãe que teve a oportunidade de escutar o choro do seu filho ao nascer, de tê-lo nos seus braços, de amamentá-lo, de levá-lo para casa… adoecer.

Aprendi que o puerpério não é nada fácil. As transformações que sentimos e vivenciamos são intensas, profundas e angustiantes. Ficar acamada, parto normal, amamentar não é nada fácil. Aliás, para mim, amamentar e sentir as dores do parto foi DIFICÍLIMO.

Aprendi que nenhuma mãe escolhe adoecer. Nenhuma mãe espera que toda a sua força, fé e esperança culminem em uma exaustão. Nenhuma mãe tem culpa de encontrar dificuldades no parto normal, na amamentação e no cuidado diário com seus filhos. Nenhuma mãe deve ter vergonha em chorar por cansaço físico e emocional. Nenhuma mãe deve ter vergonha em pedir ajuda. Nenhuma mãe deve se sentir culpada diante da impotência em acolher as necessidades diversas que os filhos a apresenta. Nenhuma mulher deve sofrer calada as duras transformações do puerpério.

Muito pelo contrário. A depressão pós parto, em diferentes níveis, acomete uma grande maioria de mulheres. E isso não significa fraqueza. Em muitos casos, assim como o meu, é a máxima expressão de superação e garra. Em muitos casos, adoecemos por termos sido extremamente fortes e humanas. Aprendi que super heroínas nunca adoecem porque são desenhos animados. Mulheres de carne e osso adoecem, sofrem e choram. Mulheres de carne e osso passam pelo puerpério. Mulheres de carne e osso necessitam de ajuda para vivenciaram a maternidade. Mulheres de carne e osso são únicas em suas particularidades, necessidades, desejos. Cada uma de nós tem a sua própria história, suas próprias feridas, suas próprias realizações e que não cabem serem julgadas. Não existe maior ou menor sofrimento. Existe o sofrimento e que deve ser acolhido, acompanhado, compreendido e ressignificado.

Atualmente, luto por espaços na área da saúde, educação e cultura por um olhar sem julgamentos e mais consciente às reais necessidades que toda mulher apresenta para de, fato, promovermos a saúde materno- infantil. As particularidades são individuais e devem ser compreendidas dentro do contexto fisiológico, social, afetivo e familiar que cada mulher apresenta.

As gestantes de alto risco merecem toda a atenção, especialmente para enfrentarem os seus medos, angústias, tristezas e desejos. Essas mulheres, assim como eu, precisam de um tempo para enlutar-se e ressignificar as suas dores. A depressão pós parto pode ser apenas uma expressão do quanto é difícil ser uma gestante de alto risco e enfrentar toda a realidade que essa condição impõem.

Hoje o Lucca está com quase 3 anos. Juntamente com ele, completo a mesma idade na qual consegui me renascer como mãe, mulher e esposa. Eu me culpei muito, mas o amor do meu filho por mim conseguiu superar a minha exaustão física e emocional e fazer me reerguer como uma mulher muito mais consciente de suas potencialidades, defeitos e particularidades.

Agradeço pelo amor incondicional de Lucca por mim. Foi esse amor, juntamente com o tratamento necessário que me fizeram dar adeus à dpp.

Agradeço por todas as marcas significativas que o meu corpo e minha alma carregam. O sofrimento foi um sentimento que refinou a minha subjetividade, pois foi com ele que eu consegui me conhecer e me aprofundar em mim mesma.

Espero, portanto, que possamos continuar a trilhar juntas um caminho marcado por uma profunda amorosidade e respeito diante de todas as dores e feridas que caracterizam as distintas realidades que acometam as gestantes de alto risco, a prematuridade e as particularidades do desenvolvimento infantil. 

Compartilhar:

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email

Deixe uma resposta