Equipe Interdisciplinar

Venha conhecer a psicóloga de nosso site

Juliana Venezian, 40 anos nascida no ABC paulista.

Desde cedo muito atenta ao desenvolvimento infantil e às questões da criança no mundo. Portanto já quis ser professora, pediatra, escritora, tudo que a ligava com o universo infantil. Já mais velha expandiu seus horizontes através da música e juntou as coisas. Queria ser musicoterapeuta. Mas na hora de escolher a profissão foi uma grande curiosidade que a moveu para a Psicologia: como é que os pensamentos e emoções surgem? De onde eles vêm? Assim começa a sua formação. Bacharel em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da USP, desde os primeiros anos de graduação já foi capturada pela psicanálise e iniciou sua formação. Ali encontrou uma rica fonte teórica que lhe deu instrumentos para escutar os contextos relacionais e intervir ética e ludicamente com adultos e crianças. Formação esta que é contínua junto ao Fórum do Campo Lacaniano e depois junto ao psicanalista Ricardo Goldenberg em grupo de pesquisa psicanalítica. Juntando os conhecimentos psicológicos sobre desenvolvimento e a escuta analítica seguiu a trilha da criança curiosa em estudos na área: foi bolsista FUNDAP em aprimoramento em Unidades Básicas de Saúde na Faculdade de Saúde Pública da USP e trabalhou na área escolar em instituições educativas especiais e regulares, creches (CEDEI – Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo) e assessoria à inclusão na Prefeitura de Santo André. Atendeu por dois anos no REPAM – Retaguarda Emocional a Alunos de Medicina, Fonoaudiologia e Enfermagem na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Hoje ministra aulas de escuta analítica a profissionais de saúde em cursos de pós, como no Hospital Israelita Albert Einstein e também formações a profissionais que atuam nas áreas da saúde e educação.

Estes trabalhos lhe dirigiram a atenção para além da intervenção com os pacientes, marcando na sua escuta a importância das relações no contexto familiar e o contexto profissional interdisciplinar. Quem se arvora pelos caminhos do atendimento à infância aprende que um bebê ou uma criança nunca está só, ela está no mundo, portanto todas as manifestações de sofrimento na infância estão inseridas em um meio afetivo. As crianças e bebês chegarão acompanhadas de adultos que cuidam dela. Os transtornos, medos, problemas no desenvolvimento ou ainda acontecimentos inesperados na vida, acometem este seio familiar e social que também pede acolhimento. A escuta se estende então de forma necessária aos pais e profissionais em uma rede de cuidado fundamental.

Hoje o sonho de ser professora, a pediatra, psicóloga, escritora, se realiza num fazer psicanalítico clínico e em extensão com atendimento a pais e profissionais. Além deste trabalho clínico as formações, projetos literários e culturais nos temas do empoderamento feminino, da interdisciplinaridade e da inclusão são também terreno fértil de cuidado e valorização. Atualmente além de psicanalista é mãe do Martim, sua fonte de conhecimento mais real e apaixonante.

 

 

Sou Elyana R. S. G. Vicente, 32 anos, casada com o Chris, meu grande amor, enfermeira por escolha divina, presenteada com dois filhos Samuel 3 anos e Mateus 1 ano e 7 meses.

Graduada há 10 anos em Enfermagem pela Faculdade de Ciências Médicas Albert Einstein e Pós-Graduada em Pediatria e Neonatologia pela mesma Instituição, Pós-Graduada em Cardiologia pela UNIFESP/Escola Paulista de Medicina e atualmente cursando MBA em gestão de saúde no Centro Universitário São Camilo. Enfermeira neonatal do Hospital Albert Einstein por 9 anos. Criadora do Mamãe Giraffa que tem como proposta assessoria de mães no puerpério. Instagram: @mamaegiraffa
Laços Físicos e Emocionais em uma UTI Neonatal: olhar de uma enfermeira – Veja este artigo.

 

Dra. Márcia é neonatologista e pediatra, mestre e doutora pela USP, com mais de 30 anos de experiência em acompanhar o desenvolvimento de crianças de risco.

Março Lilás – Veja o artigo completo

Carla Lucchi Pagliaro é fonoaudiólogagraduada em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.  Tem formação no Conceito Neuroevolutivo Bobath. Mestre e Doutoranda em Ciências da Reabilitação pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo USP-SP. Tem experiência clínica e hospitalar há 14 anos em neonatologia e pediatria, nas áreas de motricidade orofacial, amamentação, transtornos alimentares e linguagem. Autora do capítulo de livro sobre causas da disfagia: alterações no neonato e na criança e de artigo científico sobre dificuldades de transição alimentar em crianças prematuras. Possui participação do Mealtime Partners: Workshop- Becoming a Mealtime Partner- New Vision- ministrado pela Suzanne E. Morris, nos EUA. Ministrante de palestras em congressos e cursos sobre problemas alimentares na população pediátrica.

A seletividade alimentar em prematuros: a visão de uma fonoaudióloga – Veja o artigo completo 

Dra Heloisa Ravanini Gagliardo: Heloisa é terapeuta ocupacional, mestre e doutora em Ciências Biomédicas pela Unicamp – Universidade Estadual de Campinas-, com larga trajetória e experiência com bebês de risco, incluindo os prematuros. Trabalhou anos e anos no CEPRE da Unicamp com enfoque principal na promoção e acompanhamento do desenvolvimento infantil de bebês e crianças na primeira infância, com deficiência visual. Pessoalmente, posso afirmar que sem a presença dessa terapeuta ocupacional em minha vida, nada do que faço atualmente seria possível. A base de todo conhecimento sobre desenvolvimento infantil, sobre a importância dos primeiros anos de vida, sobre as particularidades da estimulação das funções visuais e visuomotoras, sobre a importância dos pais e do afeto para toda e qualquer criança e processo de aprendizagem, aprendi, na prática, com ela. Hoje, além de parceiras de trabalho em muitas ações na promoção do desenvolvimento infantil, somos parceiras na vida, nas trocas afetivas e de conhecimento. Portanto, Heloísa é um presente para essa equipe e esse novo formato de site. Porque, além de todo o seu conhecimento, ela é uma das pessoas que mais me potencializa a unir afeto à ciência, capacitando- me a utilizar, cada vez mais, a minha história como suporte informacional e afetivo para muitas famílias prematuras. Gratidão pela sua presença nesse espaço. Texto escrito por Teresa Ruas em homenagem à Heloisa Gagliardo 

 

Compartilhar:

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email
Fechar Menu