O engatinhar parte 2: o olhar de mãe e especialista

Continuação do tema engatinhar…Segunda pergunta:Os pais podem estimular o filho a engatinhar com algumas brincadeiras?Os pais podem e devem motivar e incentivar todas as etapas do desenvolvimento. A participação dos pais é essencial para motivar ainda mais o seu filho. Engatinhar é uma tarefa bem difícil, pois o bebê precisa de todo um controle/equilíbrio corporal e dos movimentos. Portanto, se, na frente do bebê não existir uma pessoa significativa (figura de apego, como os pais, avós, cuidadores), brinquedos que os chamem a atenção (sons, cores, texturas) e/ou objetos interessantes que eles queiram pegar, o bebê tende a ficar lá no seu cantinho sem fazer muito esforço!!!Isto não significa que ele não vai engatinhar nunca, por livre e espontânea vontade, mas ele tem muito mais motivação e interesse diante de pessoas significativas e/ou de brinquedos/objetos interessantes. Todo este conjunto para motivar a criança seria como um recurso/um atalho a mais para potencializar e empoderar o desenvolvimento.  Afinal de contas, aprender algo com maior motivação e interesse é bem mais gostoso e prazeroso. E obviamente, quando se tem prazer para aprender algo, o processo é natural, respeitando a etapa e o ritmo da criança, não a forçando a fazer algo que ainda não está preparada ou apta a expressar.No caso de Maitê Maria, o engatinhar foi um pouco inesperado. Como especialista, eu imaginava que iria demorar um pouquinho mais, pois havia pouco tempo que estava tentando ficar na posição de “gato” e “rodando o tronco-fazendo rotações de tronco para pegar os brinquedos de interesse, sem fazer apoio no chão com as mãos para não cair-”.Porém, em um dia a noite, sentada no sofá, Maitê Maria começou a olhar para os controles da televisão, ficou na posição de gato e toda cambaleando foi em direção aos objetos de interesse- os controles da TV-.Eu comecei a chorar!!! Não estava acreditando! Ainda mais porque tinha engatinhado em cima do sofá. Juro que este seria o ultimo lugar que passaria na minha cabeça como especialista. Eu sempre oriento deixar a criança em superfícies planas e lisas, como o chão ou em tapetes próprios/emborrachados. É muito mais difícil para a criança se movimentar e fazer as trocas posturais necessárias em superfícies não planas. Além de ser extremamente perigoso deixar a criança em cima da cama e/ou em sofás, diante dos riscos de quedas/acidentes domésticos. O ideal mesmo é deixar a criança no chão e deixar ela se movimentar e experimentar as diferentes posturas, principalmente o rolar, a posição de barriga para baixo e o “gato”. Dai…vem a Maitê Maria e começa a engatinhar em cima do sofá, meu deus do céu! E… para completar motivada a se locomover diante de objetos tecnológicos, controles, celulares e computadores, rs!!! Só podia ser filha de engenheiro de computação!    Corri para filmar e não perder nadinha! O resultado vocês viram no filminho que postei no último post do ano de 2013.  (vale a pena lembrar aqui!!)

Mamães e papais seguidores deste blog, eu convido vocês a falarem um pouquinho sobre esta etapa do desenvolvimento de seus filhotes. Engatinharam? Não engatinharam? Levaram muitos tombos? Tiveram que fazer várias mudanças nos móveis de casa? Enfim, contem histórias, pois temos muitos outros papais e mamães que são seguidores e com certeza gostarão de trocar figurinhas.  Um grande beijo, Tetê e Maitê Maria

Compartilhar:

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email

Deixe uma resposta